quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Esperanças renovadas aos pequenos baianos,




 "E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no SENHOR." Salmos 40:3

Queridos, anualmente levamos as boas novas de salvação ao interior da Bahia, e já começamos arrecadar brinquedos, roupas, e calçados infantis. O alvo é cerca de 62 alunos. Ore para que prossigamos apoiando o trabalho dos professores, além do envio de brinquedos levaremos material de estudo para eles.

Aos de longe que queiram apoiar nossa viagem missionária; segue o pedido na certeza que nosso clamor mais uma vez será atendido por amigos conhecedores do nosso trabalho. Desejando enviaremos endereço para que possam mandar o material ou desejando enviar oferta, avise-nos; faremos a compra no valor ofertado enviando-vos a nota fiscal da compra dos brinquedos.

É sempre uma honra poder contar com sua amizade, orações e mão amiga aos pequenos de Bom Jesus da Lapa – BA. Que o Senhor supra essas necessidades.

Motivos de Oração e Louvor:

  • Por favor, ore por nossa equipe em treinamento, Danila, Gabriel e Keison.
  • Agradecemos e louvamos a Deus por todos os mantenedores compromissados.


BANCO BRADESCO S/A
AGÊNCIA: 212 - 7
C/CORRENTE: 111651 - 7
Favorecido: ESCOLA DE MISSÕES ÁGAPE DE CRISTO

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

10 Maneiras de Fugir do Chamado Missionário

1 - Ignore o chamado de Jesus em João 4:35 para que olhemos os campos com atenção. Reconhecer as necessidades pode ser depressivo e muito desconfortável. E pode levar a uma preocupação missionária genuína. “Vocês dizem: Mais quatro meses e teremos colheita. Porém, olhem bem para os campos... o que já foi plantado já está bom para ser colhido”.- João 4:35.
 
2 - Dirija toda a sua energia para um alvo socialmente aceitável. Pode ser um ótimo salário, melhores qualificações, uma promoção no trabalho, um carro do ano, uma casa maior ou sustento para o futuro.
 
3 - Case o mais rápido possível, de preferência com alguém que pense que a Grande Comissão é o que um patrão dá a seu empregado depois de uma grande venda. Depois do casamento, não se esqueça de “sossegar” por completo, estabelecer uma carreira e constituir família.
 
4 - Fique longe de missionários e seus testemunhos, pois podem ser perturbadores. As situações que eles descrevem podem entrar em conflito com o estilo de vida materialmente confortável de sua casa.
 
5 - Se você começar a pensar nos não-alcançados, imediatamente pense naqueles países onde a abertura para a pregação do Evangelho é inexistente. Pense apenas na Coréia do Norte, Arábia Saudita, China e outros
países fechados. Esqueça as vastas áreas do globo, à espera de missionários. Nunca, nunca mesmo queira ouvir sobre a abordagem criativa usada nesses países.
 
6 - Lembre-se sempre de suas falhas do passado. É irracional esperar que você vá melhorar algum dia. Esqueça da vidas de Abraão, Moisés, Davi, Jonas, Pedro ou Marcos (que deram suas “bolas-fora” em um certo momento de suas vidas, mas não se afastaram).
 
7 - Sempre pense que missionários são pessoas superdotadas e super-espirituais e que devem ser elevadas em pedestais. Mantendo essa imagem, você se sentirá confortável com seu próprio senso de inadequação. Sabendo que Deus não usa nunca pessoas normais como missionários, você não se sentirá culpado ao ter recusado tantas vezes o chamado de Deus.
 
8 - Concorde com as pessoas que dizem que você é indispensável onde está. Dê ouvido a todos os que dizem que a igreja local não sobreviverá sem você.
 
9 - Preocupe-se incessantemente com o dinheiro.
 
10 - Se mesmo seguindo esses conselhos, você ainda sentir vontade de atender ao chamado, vá para o campo sem nenhum treinamento ou preparo. Em breve você estará de volta e ninguém poderá culpá-lo de não ter tentado!
 
Adaptado do original do Livro How Are You Doing - Stewart Dinenn
 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Novas do Campo Missionário


Niamey, Níger - África, Julho/2012.

Graça e paz queridos,
"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação." Tiago 1:17
Vamos as novidades, estamos trabalhando com as demais creches em Harobanda, Cuarategui e no Plateau, ou seja, agora sou responsável por cerca de 120 crianças. Aleluia!
                                                                 Creche em Harobanda¹

                                                           ____________* _____________

                                                                     Creche Plateau²

                                                      ____________* _____________

                                                                    Creche Cuarategui³

É um tempo difícil pois algumas crianças deixam a creche para ir para o interior trabalhar na colheita. A vida deles é muito difícil e voltam depois de quatro a seis meses e a maioria muito doente.
Agradeço aos que tem orado pelas crianças pois já temos vistos algumas mudanças, reforce a necessidade de continuarem orando pois esse e um trabalho longo, todas são de famílias muçulmanas.  

Agradecemos também pelas orações, até aqui o Senhor tem nos livrado de doenças, o aprendizado da língua tem sido bom, já até preguei em francês.

  No mais, segue as fotos e o pedido de oração por mantenedores comprometidos, para que possamos dar continuidade ao Projeto.


Glau Niger Pour Christ!


Banco do Brasil
Agência: 0127 - 9
C/Poupança: 84. 178 - 1
Variação: 51
Manutenção voluntária

domingo, 24 de junho de 2012

Toto - África

África

Ouço os tambores ecoando nesta noite
Mas ela ouve somente sussurros de alguma conversa discreta
Ela está chegando no voo das doze e trinta
As asas iluminadas pelo luar refletem as estrelas que me guiam para a salvação
Parei um velho no caminho
Na esperança de encontrar algumas palavras esquecida ou melodias antigas
Ele se vira para mim como se fosse disesse, "Depressa garoto, tudo está esperando você lá"

(Refrão)
Vai ser preciso muita coisa para me afastarem de você
Não há nada que uma centena de homens ou mais possa fazer
Abençoo as chuvas que caem na África
E vai levar algum tempo para fazer as coisas que nunca fizemos

Os cães selvagens uivam na noite
Enquanto ficam mais inquietos, esperando uma companhia solitária
Sei que devo fazer o que é certo
Evidente como o Kilimanjaro ostentar-se como o Monte Olympus sobre o Serengeti
Busco curar o que está bem aqui dentro, temendo esta coisa que me tornei

(Refrão)

Depressa garoto, ela está esperando por você lá

Vai ser preciso muita coisa para me afastarem de você
Não há nada que uma centena de homens ou mais possa fazer
Abençoo as chuvas que caem na África, abençoo as chuvas que caem na África
Abençoo as chuvas que caem na África, abençoo as chuvas que caem na África
Abençoo as chuvas que caem na África
Vai levar algum tempo para fazer as coisas que nunca fizemos

quinta-feira, 1 de março de 2012

Viagem missionária Bom Jesus da Lapa - Bahia.


Graça e Paz amados, venho por meio desta lhes informar sobre a viagem missionária de alguns de nossos alunos. No início de janeiro alguns dos nossos alunos tiveram a grande oportunidade de estarem em Missão na cidade de Bom Jesus da Lapa - Bahia. Estiveram hospedados na casa da família de uma das alunas, Danila Maria, sua família os deram boa receptividade. A estes nossa gratidão ao SENHOR pela vida de cada um.

No dia em que chegaram à cidade de Bom Jesus da Lapa, já puderam desfrutar do afeto das crianças que lá vivem. O objetivo principal era de trabalharem com as crianças, ou seja, teriam discipulados, artes, etc. Mas tudo era feito diante da vontade de Deus. Graças a Deus os alunos não só ensinaram como aprenderam muito com as experiências vividas naquele local. Nossos missionários tiveram que aprender a lidar com situações que não eram de seu cotidiano, mas ainda sim foram até o fim. As aulas eram feitas nos fins de semana, tínhamos uma média de 20 à 25 crianças que sempre compareciam nas aulas. Durante o período das aulas eles puderem ensinar um pouco sobre Jesus Cristo, e o que nos alegra o coração é que sabemos que a semente fora plantada no coração de cada criança que esteve não somente nas aulas, mas que direta e indiretamente puderam ouvir a Palavra do nosso Senhor Jesus Cristo.

Fomos abençoados com doações de brinquedos, e assim levamos para dar as crianças, os presentes foram dados no último dia de aula, que foi a despedida dos alunos. Era notório o quanto eles estavam felizes, não somente pelo presente, mas por estarem lá, muitas crianças diziam que não queriam que eles fossem embora, mas com quase 15 dias em Bom Jesus da Lapa, os nosso alunos retornaram com a certeza que Deus havia feito grandes coisas naquele lugar e que aqueles ensinamentos seriam guardados.

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Vencido mais um desafio no interior da Bahia, seguimos agora para a reconstrução da Base EMAC - RJ.

A Cruz é o preço do meu perdão,
Haja Hope

Contribuição Voluntária
BANCO BRADESCO S/A
Agência: 212 - 7
C/Poupança: 85539 – 1
Favorecida: Jussara de Macedo
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Simplesmente Cris: Atendendo um chamado

Simplesmente Cris: Atendendo um chamado: Entrevista com minha amiga missionária Haja Hope Minha querida J. M. A. serve em missões há 17 anos. Sempre ouvi pessoas falando sob...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Fraternidade ( ou um novo ensaio sobre a cegueira)




Só agora compreendo
Como é fácil apregoar,
Num tom de estridente humildade,
Faceira comiseração,
Ramificada verdade,
Encenada doação,
A palavra FRATERNIDADE.

Para começar,
E dar um tom plangente,
Um quadro comovente,
Afoga-se a palavra
Em pretextos de amor e compaixão,
Sofrimento a sofrimento,
Lágrima a lágrima,
Consciência a consciência,
Hasteando afecto sazonado
Num bizarro comércio de emoção.

Depois, a receita é fácil.
Abrem-se as cortinas ao mundo,
Apresenta-se a farsa habitual
Da caridade pomposa, volátil,
Ungida em rituais de esquiva intenção,
E só resta aguardar,
Num tom solene de ocasião,
Que aplaudam o abnegado gesto
Com lustrosa veneração.

Em seguida,
Quando até o Universo queda
Mudo, comovido,
O Homem,
Num gesto enfeitado
De acomodada humanidade,
Embrulha a fraternidade,
Devagarinho, bem de mansinho,
Para si, lançando-a, quando convém,
Com inexorável alheamento,
No limbo do esquecimento.

A.R

--
"O homem que não está disposto a morrer por uma causa não é digno de viver".
Martin Luther King

Missª Haja Hope

sábado, 19 de março de 2011

A NOVA CRISE VOCACIONAL DA IGREJA BRASILEIRA







Até os anos 90, a igreja evangélica brasileira “ensaiou” um avivamento missionário. O tema das missões tornou-se um assunto em pauta no Brasil, e por aproximadamente duas décadas muitos missionários foram despertados de todas as regiões do país para todos os limites do mundo. Líderes brasileiros de missões passaram a configurar globalmente entre os mais influentes pensadores da área; agências missionárias verdadeiramente brasileiras começaram a emergir; as denominações históricas e até mesmo as mais novas começaram a despertar suas igrejas locais, e o resultado foi estrondoso: o Brasil tornou-se indubitavelmente um dos três maiores celeiros missionários do mundo.

Hoje, porém, é evidente que há uma “baixa” no despertamento missionário. Tenho percorrido organizações missionárias e percebo que elas já não recrutam obreiros com a mesma facilidade que tinham alguns anos atrás. As conferências missionárias ainda acontecem, mas são mais escassas e já não contam com super produções. Isso pode ser positivo por um lado, visto que o modismo missionário está acabando. Mas estamos colhendo um fruto amargo: a igreja brasileira vive uma crise vocacional.

Quando falo em crise vocacional, eu sequer estou focando na qualidade dos vocacionados. Me preocupo, a priori, é com a quantidade mesmo. Os seminários teológicos multiplicaram seus cursos noturnos, justamente para adequar a demanda de alunos que não abdicariam de suas outras atividades para se preparar ministerialmente. Este é o perfil do novo mercado das escolas de teologia. Os institutos bíblicos já não são uma realidade forte nos centros urbanos, e as organizações de treinamento missionário também têm tido dificuldades para levantar candidatos. Somente em 2010, até agora, três compromissos foram cancelados em minha agenda por escolas missionárias que suspenderam seus programas, alegando a falta de alunos.

O que teria provocado essa crise vocacional? Por que nossos jovens não são mais “chamados” como antigamente? Foi Deus quem parou de chamar ou foi a igreja que parou de atender? Não tenho todas as respostas, mas seguem alguns pensamentos.

1. A “Missiologização” da Tarefa Cristã Cotidiana

Eu creio que todo cristão é chamado. A Bíblia diz com clareza que Cristo nos reconciliou para que nós sejamos portadores da mensagem da reconciliação (2 Coríntios 5:18-20). Todo estudante deve ser missionário no contexto acadêmico, todo profissional é pregador no trabalho, e assim por diante. Mas o chamado ministerial específico é uma realidade bíblica incontestável.

Acontece, porém, que o discurso da igreja brasileira tem tomado um formato exclusivamente local no que tange à sua missão. O primeiro fator que tenho identificado como o causador da nova crise vocacional brasileira é que a igreja tem t em atribuído à proclamação cristã cotidiana um peso missiológico que substitui o envio missionário. “Somos chamados para fazer missões aqui, no nosso contexto, e essa é a única e verdadeira missão”.

A proposta deveria ser mais equilibrada, deveríamos fazer essa sem omitir aquelas (Mt. 23:23). Missões locais são incompletas sem a perspectiva transcultural, e vice-versa. Ministros bivocacionais são importantes, mas não eliminam a necessidade dos ministros em tempo integral no Reino. Na maioria dos encontros missionários que tenho participado, tenho visto temas como: “Eu, missionário onde estou”. Precisamos desse enfoque, sem dúvida. Mas precisamos ainda de missionários que saiam de onde estão e se dediquem integralmente a cumprir este chamado em lugares onde ninguém está. A perspectiva vocacional missionária transcultural não pode morrer.

Quanto à tarefa local, essa é para todo cristão. Não é preciso ir a um seminário, nem ter ouvido nada específico num “culto da fogueira”. Se somos cristãos, somos responsáveis pela proclamação do evangelho de Cristo. A vocação missionária específica continuará acontecendo, para alguns, que irão enviados pela igreja vocacionada.

2. Escassez de modelos positivos, contagiantes e desafiadores

Fui missionário na China, e meu chamado se deu em etapas. Primeiro, um grande ardor missionário começou a brotar em meu coração quando eu estudava no seminário teológico. Eu tinha ido ao seminário para ser pastor – na verdade, era o único formato de ministério integral que eu conhecia. Através de uma viagem missionária de curto prazo, vi que eu tinha uma vocação missionária transcultural.

A partir disso, Deus continuou a falar comigo das mais diversas formas. As histórias da igreja sofredora começaram a inundar meu coração, e fui percebendo que Deus estava me direcionando para apoiar esses irmãos que sofrem perseguição e pobreza, muitas vezes por causa de sua fé. Mas o interessante nisso tudo é que Deus usou homens: alguns missionários-modelo foram o “isqueiro” que Deus usou para acender a chama em meu coração.

No caso específico da China, meu vínculo foi com Hudson Taylor, um dos mais influentes obreiros da história das missões modernas, e Jorge Vendramini, um amigo pessoal, brasileiro, que vive na China há 20 anos. Portanto, um passado, outro presente; um morto, outro vivo. Suas histórias, sua paixão, seu envolvimento com a igreja chinesa, tudo isso foi somando no meu coração o desejo de viver e morrer por essa causa.

Pela graça de Deus, vi jovens se despertarem para missões através de exemplos humanos. Por graça maior, vi o meu próprio exemplo servir de inspiração para alguns. O problema é que essa inspiração também tem sido escassa.

Por um lado, a inspiração não ocorre por culpa da própria igreja. O modismo missionário foi acabando, de forma que os obreiros transculturais já não são vistos como versões cristãs do Indiana Jones. Já é comum demais dizer que um missionário foi preso por conta do evangelho, que alguém traduziu a bíblia para outra língua, ou que alguma irmã abdicou da vida urbana para viver entre os índios. As histórias caíram na monotonia, e a igreja, que valorizava mais o heroísmo que a essência ministerial da missão, tem visto que nada mais comove seus membros.

Por outro lado, e sendo propositadamente genérico, há casos em que os missionários têm uma parcela de culpa, e aqui me refiro aos relatórios e à comunicação. Tenho visto depoimentos missionários que não inspirariam ninguém a querer ser missionário. Alguns falam tanto em tragédia, em privações, em limitações e em sofrimento que acabam por fazer o marketing negativo acerca da vocação. Já vi jovens dizerem que têm uma vida incompleta na igreja, pois sabem que deveriam estar no campo missionário mas não foram por medo de passar fome. Pois é isso que ouviram.

É árduo o trabalho missionário. É preciso tomar a cruz para seguir esse caminho. No entanto, narrar tragédia após tragédia não glorifica a Deus, nem descreve em absoluto o que acontece no campo missionário. Para falar da China por exemplo, eu tenho a opção dizer que a igreja chinesa sofre perseguição, e mencionar exaustivamente a história de pastores chineses que vi sendo presos e separados da família. Muitos poderiam se comover, mas poucos iriam querer se envolver com isso. Por outro lado, eu posso focar em outra verdade, tão verdadeira quanto a primeira e que enleva muito mais a glória de Cristo: a igreja chinesa é a mais crescente igreja do mundo, e os cristãos chineses são missionários extremamente comprometidos que têm servido a Deus como verdadeiros guerreiros! Vejo que isso encoraja mais que o foco no sofrimento.

3. Decepção com os rumos e prioridades da igreja

A igreja brasileira vive um combinado de crises. Há uma crise de identidade, pois antigos conceitos outrora simples, como “evangélico” e “protestante” têm ficado cada vez mais difíceis de discernir e mensurar. Não se sabe quem é quem. Há uma crise de integridade, uma vez que a maioria dos problemas da igreja brasileira têm sua raiz no dinheiro e em outros elementos que afetam diretamente a moralidade. E há uma crise de interesses, intenções e prioridades.

Hoje, não é fácil afirmar quais são as igrejas e denominações efetivamente envolvidas com a obra missionária, mesmo porque “qualquer coisa” poderia ser igreja e “qualquer coisa” poderia ser obra missionária. O problema é que, em geral, nem os membros das igrejas sabem até que ponto suas igrejas sonham e investem em missões.

Uma conversa recente revelou isso. Uma jovem me disse que queria ser missionária. Eu perguntei se ela tinha apresentado sua intenção ao seu pastor. Ela me falou que não, pois seu pastor não tinha visão missionária e não investiria em seu chamado. Por conta disso ela optara por se calar.

Eu me surpreendi. A igreja dela contribui fielmente com nosso projeto no Haiti, e o pastor dela sempre se mostrou alguém com o coração missionário. Eu a encorajei a conversar com ele, e ela afirmou que não sabia desse envolvimento missionário. Ela julgara pelo discurso que ouve. No fim, ela arrematou dizendo que não percebe as igrejas de hoje em dia preocupadas com isso, e achou que sua própria igreja estava dentro do padrão.

Há uma falha de comunicação da parte da jovem, disso não tenho dúvida. Mas a noção que ela tem da igreja brasileira, equivocada em seu caso específico, não deixa de fazer sentido. A missão da igreja tem sido outra, em linhas gerais. Esses rumos do evangelicalismo nacional acabam não fornecendo as garantias vocacionais que a juventude precisaria para abraçar o chamado. É complicado vislumbrar que alguém se envolva num projeto dessa dimensão sem o respaldo espiritual, emocional e econômico da igreja. E no caso de muitas igrejas, a moça teria razão.

4. Ausência de uma teologia prática de missão nos púlpitos

Todas essas razões anteriormente apresentadas estão vinculadas à teologia missionária que tem sido apresentada nas igrejas. Missões tornou-se, em muitos casos, um tema filosófico, pouco prático. Curioso que hoje em dia é possível participar de um fórum de Missão Integral e sair de lá sem qualquer pressuposto prático ou aplicável para fazer missão integral em alguma comunidade do mundo real. Outra vez, minha afirmação aqui consiste numa generalização.

Mas noto que o discurso missionário não tem sido eficaz no despertamento missionário. Um dos motivos para tanto é que a pregação missionária não oferece caminhos práticos para a preparação e o envio. As conferências missionárias são eficazes para despertar contribuição missionária, mas já não oferecem alternativas vocacionais.

Seria igualmente frágil uma perspectiva vocacional que partisse de um discurso somente prático, sem fundamentação teológica ou missiológica plausível e biblicamente atestável. Com esse tipo de proposta, talvez seja possível mobilizar voluntários, mas não despertar missionários. No entanto, o despertamento também exige que se apresente a realidade do desafio, os passos e custos práticos, o treinamento apropriado, entre outros. Precisamos apresentar a demanda missionária como uma alternativa real de serviço.

Conclusões e Aplicações

Seria cinismo avaliar a condição vocacional da igreja de forma crítica, como feito acima, sem oferecer pensamentos práticos que possam acender luzes positivas. Na verdade, como já foi dito, não possuo todas as respostas. Mas há valores que poderiam ser transformados no pensamento missiológico da igreja.

Creio que a intenção de Deus seja ainda de utilizar-se de pessoas como nós, em nossa fragilidade e limitação, chamando-nos para anunciar as novas do Reino. Alguns passos práticos poderiam ser efetuados, principalmente em se tratando de algumas alterações em nosso discurso missiológico.

Primeiro, creio que precisamos falar de missões de forma mais próxima à realidade da igreja local. Os irmãos que freqüentam a igreja têm que ouvir falar em missões de maneira acessível, tangível às suas realidades. As estatísticas e as tendências do mundo missionário podem ser instrumentais na comunicação para o despertamento missionário. Mas, por si só, tais recursos não são suficientes. É preciso que o indivíduo saia da igreja sabendo como pode preparar-se, envolver-se, contribuir e orar diretamente. A igreja precisa identificar oportunidades plausíveis: assim como se anuncia uma necessidade imediata da igreja local, como vagas para professores de ministério infantil ou operadores de som, as oportunidades missionárias devem ser listadas com clareza. E a igreja sempre terá oportunidades vocacionais viáveis, se a obra missionária for sua prioridade.

Um outro aspecto importante a ser pensado é a necessidade de equilibrarmos as oportunidades de cumprimento da grande comissão. A igreja precisa ter oportunidades de servir em Jerusalém, Judéia, Samaria e confins da Terra (At. 1:8). Uma estratégia ainda válida é o uso de viagens missionárias de curto prazo. Essa prática tem sido criticada por uma linha missiológica que questiona a efetividade de um ministério curto no campo. Em termos de efetividade, talvez tenham razão os críticos. Em termos vocacionais, porém, eu fui chamado para o ministério missionário a longo prazo após uma viagem missionária. Já vi este movimento na vida de muitas pessoas.

Em minha experiência como pastor local, é possível viabilizar na igreja grandes projetos de impacto em locais mais próximos, envolvendo várias pessoas, como “Dia da Cidadania” e outros projetos. Nessas empreitadas, universitários da igreja, bem como profissionais liberais, se envolvem em missões e muitas vezes enredam num caminho ministerial sem volta!

Num contexto de média distância, temos enviado equipes de tamanho médio ou pequeno. Vários jovens e profissionais da igreja já tiveram experiências no sertão do nordeste, por exemplo, através do Projeto Água Viva, um dos ministérios missionários vinculados á nossa comunidade.

Por último, várias pessoas da igreja também se envolvem em missões transculturais. Através da Missão em Apoio à Igreja Sofredora, muitos irmãos já viajaram ao Haiti, e em alguns casos temos visto vocações missionárias começarem a emergir. O contexto do Haiti mudou em função de uma viagem que um jovem fez por uma semana? Provavelmente, não muito. Mas uma vocação missionária longa e frutífera pode estar surgindo.

Meu encorajamento aos pastores e líderes da igreja nacional é que configuremos um discurso missionário que efetivamente levante obreiros para a grande Seara. Nós temos uma responsabilidade crucial nesse processo, e podemos sanar essa crise vocacional. Que Deus nos ajude nesse caminho!

Por Mário Freitas

sábado, 8 de janeiro de 2011

AINDA SOU DO TEMPO...


Ainda sou do tempo em que ser crente era motivo de críticas e perseguições. Nós não éramos muitos, e geralmente éramos considerados ignorantes, analfabetos, massa de manobra ou gente de segunda categoria. Os colegas da escola nos marginalizavam. Os patrões zombavam de nós. A sociedade criticava um povo que cria num Deus moral, ético, decente, que fazia de seus seguidores pessoas diferentes, amorosas, verdadeiras e puras. Não era fácil. Mas nós sobrevivemos e vencemos. Sinto falta daquela perseguição, pois ela denunciava que a nossa luz era de qualidade, e ofuscava a visão conturbada de quem não era liberto. E, por causa dessa luz, muitos incrédulos foram conduzidos ao arrependimento e à salvação. Mas hoje é diferente.



Ainda sou do tempo em que os crentes não tinham imagens em suas casas, em seus carros ou como adereços de seus corpos. Nós não tatuávamos os nossos corpos e nem colocávamos "piercings" em nossa pele. Críamos que os nossos corpos eram sacrifícios ao Senhor, e que não nos era lícito maculá-los com os sinais de um mundo decadente, um deus mundano e uma cultura corrompida. Dizíamos que tatuar o corpo era pecado. Não tínhamos objetos de culto em nossas igrejas. Aliás, esse era um de nossos diferenciais: nós éramos aqueles que não admitiam imagens em lugar algum. Mas hoje é diferente.



Ainda sou do tempo em que pornografia era pecado. Nós não considerávamos fotos eróticas ou filmes pornô um "trabalho profissional", mas uma prostituição do próprio corpo e uma corrupção moral. Ao nos convertermos, convertíamos também os nossos olhos, e abandonávamos as revistas pornográficas, os cinemas de prostituição e os teatros corrompidos. Os que eram adúlteros se arrependiam e pagavam o preço do que fizeram, e começavam vida nova. Os promíscuos mudavam seu comportamento e tornavam-se santos em todo o seu procedimento. Nós, os adolescentes, deixávamos os namoros e os relacionamentos orientados pelos filmes mundanos, e primávamos por ser como José do Egito, que foi puro, ou o apóstolo Paulo, que foi decente. Mas hoje é diferente.



Ainda sou do tempo em que nos vestíamos adequadamente para o culto. Aliás, além do nosso testemunho moral, nós nos identificávamos pelas roupas. Se pentecostais, usávamos roupas sociais bastante formais, e éramos conhecidos aonde quer que íamos, pois ninguém mais se vestia tão formalmente assim em pleno domingo à tarde. Se de outras denominações, como eu, não chegávamos a esse extremo, mas nos trajávamos socialmente, com o melhor que tínhamos, dentro de nossas possibilidades, porque críamos que, se íamos prestar um culto a Deus, a ocasião nos exigia o melhor, e buscávamos dar o melhor para Deus. Era a famosa "roupa de missa", "roupa de igreja". Mesmo pobres, tínhamos o melhor para Deus. E sempre algo decente: camisas sociais, calças bem passadas, um sapato melhor conservado, um blaizer ou uma blusa bem alinhada. As mulheres usavam seus melhores vestidos, suas melhores saias e seus conjuntos mais femininos. Mas hoje é diferente.


Ainda sou do tempo em que nossos hinos falavam de Cristo e da salvação. Cantávamos muito, e nossas músicas não eram tão complexas como as de hoje. Mas todos acabávamos por decorá-las. Suas mensagens eram simples e evangelísticas: "foi na cruz, foi na cruz", "andam procurando a razão de viver"; "Porque Ele vive, posso crer no amanhã", "Feliz serás, jamais verás tua vida em pranto se findar", "O Senhor da ceifa está chamando"; "Jesus, Senhor, me achego a ti", "Santo Espírito, enche a minha vida", "Foi Cristo quem me salvou, quebrou as cadeias e me libertou", etc. Não copiávamos os "hits" estrangeiros, ou as danças mundanas, mas buscávamos algo clássico, alegre, porém, solene. E dançar o louvor? Jamais! Não ousávamos, nem queríamos; nunca soubéramos que o louvor era "dançante"; as danças deixamos em nossas velhas vidas mundanas. Porém, mesmo não as tendo, éramos alegres e motivados. Mas hoje é diferente.



Ainda sou do tempo em que as denominações e igrejas tinham personalidade. As denominações eram poucas e bastante homogêneas. Sabíamos que a Assembléia de Deus era pentecostal e usava indumentária formal; os presbiterianos eram os melhores coristas que existiam; os adventistas tinham uma fé estranha, numa profetiza semi-contemporânea, mas tinham os melhores quartetos masculinos; os melhores solistas eram batistas, etc. Nossas liturgias eram bastante diferentes: os conservadores eram formais, seus cultos silenciosos, enquanto um orava, os outros diziam amém. Já os pentecostais oravam todos ao mesmo tempo e cantavam a Harpa Cristã. Nós nos considerávamos irmãos, não há dúvida. Mas tínhamos personalidade. Hoje tudo é diferente.


E eu não sou velho! Isso tudo não tem 26 anos ainda! Na década de 80 ser crente era ser assim! Meu Deus, como o mundo mudou! Como a chamada Igreja Evangélica se deteriorou! Hoje eu sinto vergonha de ser considerado evangélico!


Hoje é moda ser crente, ou melhor, "gospel". Você é artista pornò, mas é crente. Você é do forró pé-de-serra, mas é crente. Você é ladrão, mas é crente. Você é homossexual assumido, mas é crente. Não importa a profissão, o comportamento, a moral, a índole, ser crente é apenas um detalhe. Aliás, dá cartaz ser crente: hoje muitos cantores "viram crentes" pra vender seus cds encalhados, pois o "povo de Deus" compra qualquer coisa. Não há diferença entre o santo e o profano, o consagrado e o amaldiçoado, o lícito e o proibido, o justo e o injusto. Qualquer coisa serve. O púlpito pode ser uma prancha de surf, uma cama de motel ou um palanque eleitoral; a forma não importa. Ser crente é apenas um detalhe, uma simples nomencalatura religiosa.


Criamos nossos próprios símbolos, nossos próprios estigmas e nossas próprias tribos. Hoje há denominações que dão opções de símbolos para que seus jovens se tatuem. O "piercing" deixou de ser pecado, e passou a ser "fashion", e está pendurado na pele flácida de roqueiros evangélicos e "levitas" das igrejas, maculando a pureza de um corpo dedicado ao Deus libertador. Mulheres há que enchem seus umbigos e outras partes de pequenas ferragens, repletas de vaidade e erotismo mundano, destruindo, assim, qualquer padrão cristão de consagração corporal. Meninos tingem seus cabelos de laranja, e mocinhas destróem seus rostos com produtos, pois agora todo mundo faz, e "Deus não olha a aparência". (Ainda bem, pois se olhasse, teria ânsia de vômito...)



Hoje ir à igreja é como ir ao mercado ou às barracas de feira e de artesanato: um evento efêmero, informal, meramente turístico. Não há mais cuidado algum no trajo cultuante. Rapazes vão de bermudas, calções (e, pasmem os senhores, de sungas!), até sem camisa, porque Deus não é "bitolado, babaca ou retrógrado". Garotas usam suas minissaias dos "rebeldes" e exibem umbigos cheios de "piercings", estrelinhas e purpurinas pingando dos cabelos e roupas, numa passarela contínua do modismo eclesiástico. Se alguém ainda vai modestamente ao culto, seja jovem, seja velho, ou é "novo convertido", ou é "beato". É típico encontrarmos pastores dizendo aos "engravatados": "pra que isso, irmão? Vai fazer exame laboratorial?" E, continuamente, vão demolindo qualquer alicerce de reverência e solenidade para o ato do culto.



Hoje as nossas músicas pouco falam de Cristo. Somos bitolados por um amontoado de "glórias", "aleluias", "no trono", "te exaltamos", "o teu poder", etc. Misturamos essas expressões, colocamos uma pitada de emoções, imitamos os ícones dos megaeventos de louvores, e gravamos o nosso próprio cd, que, de diferente, tem a capa e o timbre de algumas vozes, talvez alguns instrumentos, mas, no mais, não passam de cópias das cópias das cópias. E Jesus? Ah, quase nunca o mencionamos, e, quando o fazemos, não apresentamos qualquer noção do que Ele é ou representa para o nosso louvor. Não falamos mais que Ele é o caminho, a verdade e avida, não o apresentamos como Senhor e Salvador, não informamos ao ouvinte o que se deve fazer para tê-lo no coração, apenas citamos seu nome ou dizemos um aleluia para ele.



Hoje, entrar em uma igreja é como ter entrado em todas: é tudo igual. O mesmo sistema, as mesmas cantorias, a seqüência de eventos, os rituais emocionais, as pregações da prosperidade, de libertação de maldições ou de megassonhos "de Deus" (como se Deus precisasse sonhar, como se fosse impotente ou dependente da vontade humana). Transformamos nossas igrejas em filiais de uma matriz que não sabemos nem aonde fica, mas que se representa nas comunidades da moda. Não há mais corais, não há mais solistas, não há mais escolas dominicais fortes, não há mais denominações com características sólidas, não há mais nada. Tudo é a mesma coisa: uma hora e meia de "louvor", meia hora de "ofertas" e quinze minutos de "pregação", ou meia hora de "palavra profética e apostólica". Que desgraça!



Hoje trouxemos os ídolos de volta aos templos: são castiçais, bandeiras de Israel, candelabros, reproduções de peças do tabernáculo do velho testamento, bugigangas e quinquilharias que vendemos, similares aos escapulários católicos que tanto criticávamos. Hoje não nos atemos a uma cruz sem Cristo, simbólica apenas. Hoje temos anjinhos, Moisés abrindo o Mar Vermelho, Cristo no sermão da Montanha. O que nos falta ainda? Nossas bíblias, para serem boas, têm que ser do "Pastor fulano", com dicas de moda, culinária, negócios e guia turístico. Hoje temos bíblias para mulheres, para homens, para crianças, para jovens, para velhos, só falta inventarmos a bíblia gay, a bíblia erótica, a bíblia do ladrão, a bíblia do desviado. Bíblias puras não prestam mais. E, mesmo tendo essas bíblias direcionadas, QUASE NINGUÉM AS LÊ! Trazemos rosas para consagrar, rosas murchas para abençoar e virar incenso em casa, sal groso para purificar, arruda para encantar, folhas de oliveira de Israel e água do Rio Jordão (Tietê?) para abençoar, vara de Arão, de Moisés, e sabe lá de quem mais! Voltamos às origens idólatras! Parece o povo de Israel, que, ao morrer um rei justo, emporcalhavam o país com suas idolatrias e prostitutas cultuais. E se alguém ousa ser autêntico, é taxado de retrógrado. Com isso, surgem os terríveis fundamentalistas, que abominam tudo, ou os neopentecostais, que são capazes de transformar a igreja num circo, fazendo o povo rir sem parar ou grunir como animais.



Meu Deus, o que será daqui há alguns anos? Será que teremos que inventar um nome novo para ser evangélico à moda antiga? Parece que batista, assembleiano, presbiteriano, luterano ou metodista não define muita coisa mais! Será que ainda haverá púlpitos que prestem, pastores que pastoreiem, louvores que louvem a Deus? Será que seremos obrigados a usar "piercing" para nos filiarmos a alguma igreja? Será que nossos cultos serão naturistas? Será que ainda haverá Deus em nosso sistema religioso?


É CLARO QUE HÁ EXCEÇÕES! E eu bendigo a Deus porque tenho lutado para ser uma dessas exceções. É claro que o meu querido leitor, pastor, louvador, membro de igreja, missionário, também tem buscado ser exceção. Mas eu não podia deixar de denunciar essa bagunça toda, esse frenesi maligno, esse fogo estranho no altar de Deus! Quando vejo colegas cuspindo no povo, para abençoá-los, quando vejo pastores dizendo ao Espírito Santo "pega! pega! pega!", como se fosse um cachorrinho, quando vejo pastores arrancando miúdos de boi da barriga dos incautos doentes que a eles se submetem, quando vejo um evangelho podre arrastando milhões, quando vejo colegas cobrando dez mil reais mais o hotel, ou metade da oferta da noite, para pregar o evangelho, então eu me humilho diante de Deus, e digo: "Senhor, me proteje, não me deixa ser assim!"


Que Deus tenha piedade de nós.
11 de outubro de 2006

 
Pr. Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

** Desabafo ATUALIZADISSÍMO!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Aborto, certo ou errado?

Aborto, certo ou errado?


"Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:

– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.


Indaga o médico:

– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?


A mulher, já esperançosa, respondeu:

– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.


O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:

– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:

– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.

A mulher apavorou-se:

– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida


O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo."


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"Ai dos que chamam de mau aquilo que é bom e que chamam de bom aquilo que é mau; que fazem a luz virar escuridão e a escuridão virar luz; que fazem o amargo ficar doce e o que é doce ficar amargo! Ai dos que acham que são sábios, dos que pensam que sabem tudo!" - Isaías 5: 20 e 21

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Rumo aos propósitos de Deus ✈ Mobilizando para o Niger ✈



Sou grata a Deus pela provisão diária, bem como pelos novos desafios para 2010. Para glória de Deus quando estive no Níger no início do ano, nos foi concedido o visto de um ano. Outra vez, nos abençoou o Senhor e, as oportunidade de servir nos foi proposta mais uma vez. Agora nosso Desafio é bem menor, temos pouco mais de quarenta e cinco dias para arrecadar R$ 6.500,00 [seis mil e quinhentos reais]; para a nossa passagem e manutenção pelo período de três meses; O valor inclui: transporte + acomodação missionária, (com direito a ventilador + alimentação; café da manhã, almoço e jantar). Viajaremos segundo a benevolência do Pai, dia 17 de Novembro/2010.

Lançamos esta campanha entre amigos da rede de relacionamento através deste link Vakinha é apenas um meio de compartilhar e envolve-los na seara. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer seu envolvimento, nas orações, contribuições e principalmente por nos acompanhar no cumprimento do Ide do Mestre Jesus.
Motivos de Louvor e Oração:
  
* Por esta oportunidade ímpar em minha vida. 
* Por pelo aprendizado do idioma [francês]. 
* Por toda equipe dos Guerreiros de Deus e os missionários Alexandre e Giovana Canhoni 
*Louvor e agradecimento a todos quantos fazem parte desta missão. 

Que neste ano o Senhor nos dê ainda maiores vitórias. Ele é a nossa Pedra de Ajuda! 

Seja meu Mantenedor no campo: 

BANCO BRADESCO S/A
AGÊNCIA: 212 - 7 
C/POUPANÇA: 85539 -1 
Favorecido: Jussara de Macedo Araújo 

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"O homem que não está disposto a morrer por uma causa não é digno de viver". Martin Luther King  

Haja Hope

terça-feira, 23 de março de 2010

Matando Missionários

Arte: Flamir Ambrósio


A noticia triste chegou às igrejas provocando surpresa e alguma revolta. A família missionária inteira tinha se perdido. Mortos sem apelação, em pleno campo de atividade.  Depois de anos de trabalho árduo e dedicado, morriam para a obra sem deixar sucessores. Logo surgiram várias vozes reclamando de tal situação. Como aceitar a eliminação de uma família tão valiosa? Como substituí-los depois de tão grande perda? Como encontrar os culpados? As respostas eram poucas. Só o que se sabia e era fato consumado é que alguém tinha matado os missionários...

Este episódio não se refere a nenhuma família missionária particular e ao mesmo tempo a várias. Não estou falando de nenhum atentado perpetrado por um fanático religioso. Tampouco falo da morte física de missionários no campo. Estou falando da perda de obreiros para a obra. De famílias inteiras que seguiram um dia para o campo, cheios de expectativas e por vários motivos foram na prática, mortos no trabalho. Falo de obreiros que voltam ao seu país de origem para desaparecer da história de missões e por vezes até da vida das igrejas. Alguém está matando missionários...

Quem está matando os missionários? Os culpados são membros de igrejas, alguns são até líderes em suas denominações. São igrejas e crentes que matam missionários por suas atitudes, desinteresse e falta de amor cristão. Eis algumas das armas usadas em tais assassinatos:

1) Sustento Inadequado ou Atrasado

A Bíblia é clara, desde o Antigo Testamento, ao falar da honra devida aos obreiros e de seu salário correto. Os sacerdotes tinham sido protegidos com leis que lhes permitissem uma vida condigna já que se dedicavam á obra do Senhor. No Novo Testamento novamente há várias menções disso. A Igreja devia cuidar de seus pastores e missionários. Apesar disso ainda há hoje na igreja aqueles que desprezam o trabalho no ministério e que entendem que pastor e missionário tem mesmo é que ser pobre e passar necessidade.

Se um missionário chegar a uma igreja vestindo uma roupa melhor é escândalo. Onde já se viu um obreiro bem vestido? Como é que seus filhos têm tênis de marca? Obreiros têm que aparecer com roupa usada, gasta, remendada talvez, mas limpinha. Essa mentalidade mata missionários!

Muitos obreiros têm sofrido porque suas igrejas não levantam um sustento condigno. Gostam de dizer que o missionário deve viver pela fé. Mas o que a palavra diz é que o justo viverá da fé. Não é só o missionário. O estimado irmão que despreza o ministério também quer ser chamado de justo? Então também deve viver da fé.

O missionário pode viver com salário abaixo do mínimo, pode se sustentar como der, pode criar os filhos em condições difíceis, pode receber o salário sempre atrasado.  Essa atitude mata missionários porque lhes tira as condições de concentração no trabalho. Você conseguiria se dedicar ao seu trabalho se tivesse dúvida sobre se a família vai ou não comer no fim de semana? Já ouvi muita gente criticar pastores e missionários por perderem os filhos para o mundo. Estou certo de que esses líderes terão suas responsabilidades. Mas não esqueçamos que em muitos desses casos esses filhos se perderam porque igrejas e crentes mesquinhos não deram sustento condigno aos obreiros levando a que seus filhos crescessem revoltados. Estão matando missionários...

Hoje há muita preocupação quanto à aposentadoria. Quem tem possibilidade faz uma aposentadoria privada para segurar o futuro. Mas ainda existem obreiros, pastores e missionários que nem a aposentadoria normal tem. Conhecemos muitos casos de servos de Deus que, por culpa de suas igrejas, vivem hoje em grande aperto, numa velhice dificultada por falta de visão e amor cristão. Estão matando missionários!

Já vi com meus olhos a atitude de muitos na hora de dar um presente ao missionário. Roupa usada, sabonete de terceira qualidade e pasta de dente de marca desconhecida. E ainda acham que estão fazendo muito! E ainda acham que o missionário deveria ficar muito feliz!?  Esse tipo de mentalidade está realmente matando missionários!

2) Exigência Inadequada de Resultados

Se há uma coisa que mata é a comparação injusta. Desde sempre que aprendemos a cobrar resultados humanos de um trabalho que é Divino, resultados materiais de um trabalho que é espiritual. Comparamos missionários, pelos resultados em termos de batismo, convertidos, número de membros de suas igrejas, trabalhos novos implantados. Há relatórios que são exigidos e que se baseiam unicamente em números. Isso tem matado muitos missionários.

Precisamos entender que cada campo é uma realidade própria. Cada obreiro tem seu perfil e temperamento. Comparar um obreiro que trabalha com povos animistas já devidamente evangelizados com outro que faz trabalho pioneiro entre muçulmanos é forçar uma situação não apenas injusta, mas irracional. Há campos que estão maduros em termos de evangelização e outros onde ainda se estão tirando pedras.

Durante décadas houve trabalho missionário na região leste da Guiné-Bissau, com resultado aparentemente nulo. Os povos muçulmanos ali não se convertiam. As missionárias que ali ministravam davam testemunho exemplar e choravam diante do trono de Deus por almas. Mas nada viram... Quando chegamos lá e pudemos ter a alegria de plantar uma igreja em apenas 5 anos, não foi porque fossemos melhores, mas porque um trabalho fundamental fora feito. Paulo plantou, Apolo regou e Deus deu o crescimento (I Coríntios 3:6).

Boa parte do trabalho espiritual de um missionário e pastor passam por coisas que não têm medida, como a oração, o jejum, meditação na palavra, testemunho de vida e de família. Devemos aprender a respeitar os servos fiéis que pagam o preço da perseverança para ver alguns resultados. Paulo plantou muitas igrejas, mas em Atenas a hora não era chegada e alí ele não deixou igreja e teve aparentemente pouco sucesso. Vamos deixar de lado as comparações, as exigências inadequadas. Há que avaliar os obreiros sim, mas isso requer mais que números em um formulário. Pelo bem dos campos e da obra deixemos de comparações, deixemos de matar missionários.

3) Férias Exaustivas

Todo mundo gosta de férias. Durante as quais descansamos, nos distraímos, conhecemos outras realidades ou simplesmente fazemos aquilo que mais gostamos além de dormir mais que o habitual. Todo mundo sonha com as férias. O missionário por outro lado sonha com o fim das férias!!  Conheci mesmo missionários que ficavam em verdadeira crise de nervos quando as férias se aproximavam.

Férias para o missionário é sinônimo de trabalho dobrado, viagens desgastantes, noites mal dormidas, inquéritos intermináveis e separação familiar. Os missionários são, em regra, submetidos a um programa inclemente de promoção missionária em que viajam para lugares desconhecidos, ficam em casas de pessoas desconhecidas para falar em igrejas que muitas vezes nada sabem deles e onde alguns pastores nem estão muito interessados num missionário que poderá desviar as ofertas que ele precisa para a construção do novo templo.

Posso parecer um pouco cáustico nessa descrição, mas acredite, sei de primeira mão do que estou falando. Tive muitas férias assim... É verdade que encontramos famílias maravilhosas e casas que nos recebem como príncipes. É verdade que há igrejas interessadas e pastores que amam a obra. Mas é verdade também que nas férias o missionário fica longe da família, dorme cada noite num lugar diferente e enfrenta auditórios diferentes seguidas vezes, para falar sempre a mesma coisa. No fim, está esgotado e aí é hora de voltar ao campo e trabalhar duro, pois afinal acabou de ter seu tempo de férias... Depois de alguns anos deste regime ainda se admiram com a afirmação que estão matando missionários.

Soluções:

Não quero terminar esta reflexão com nota negativa. Podemos e devemos salvar nossos missionários dessas armas de exterminação de obreiros. Nem será assim tão difícil.

De que precisamos para mudar esta triste realidade?

»1º de salários dignos desse nome, que permita aos missionários se concentrarem na obra em vez de no sustento, que cheguem a tempo e horas e que se façam acompanhar de algum incentivo ocasional;

» 2º de avaliações mais condizentes com a missiologia, que deixem de lado comparações numéricas, respeitando a realidade de cada missionário e mais baseadas em vida e testemunho que em estatísticas;

» 3º de férias de verdade, onde o obreiro tem tempo com a família para descansar, relaxar e recarregar as baterias. Que a promoção fique para outra época, dentro do tempo de trabalho do obreiro porque é na verdade trabalho e do pesado.

Que estas idéias possam auxiliar nossas igrejas, obreiros e líderes a rever certos conceitos porque na verdade está na hora de parar de matar missionários.


: Dr. Joed Venturini Sintra, Massamá, Portugal, Médico, Mestre em Missiologia, Escritor e Conferencista 

 

sábado, 23 de janeiro de 2010

Violência leva 17 mil a fugir de casa na Nigéria, diz Cruz Vermelha





  A Cruz Vermelha da Nigéria diz que mais de 17 mil pessoas foram forçadas a abandonar suas casas para fugir dos recentes choques entre cristãos e muçulmanos na cidade de Jos, na região central do país. Um representante da organização em Jos, Abdul Umar, disse à BBC que várias pessoas sofreram ferimentos à bala ou resultantes de machadadas. Segundo Umar, a violência, que eclodiu no domingo, acabou, mas há muitos corpos nas ruas. Ele diz que é impossível dizer quantas pessoas podem ter morrido porque os corpos estão espalhados por uma vasta área. As autoridades nigerianas relaxaram um toque de recolher de 24 horas em Jos, dizendo que isso vai permitir que as pessoas busquem comida e água e o retorno dos que fugiram dos choques. Testemunhas dizem que o Exército está patrulhando as ruas, e os moradores locais estão com medo de se afastar muito de suas casas. As pessoas poderão deixar suas casas entre às 10h e às 17h, horário local. Segundo correspondentes, o relaxamento do toque de recolher vai permitir que clérigos muçulmanos preparem funerais e enterrem os mortos. O toque de recolher dificultou a apuração do número de mortos e feridos, mas acredita-se que pelo menso 65 cristãos e 200 muçulmanos morreram. Barricadas Segundo organizações de ajuda humanitária, muitos dos que fugiram da violência buscaram abrigo em quartéis militares e edifícios públicos. "Eu me sindo relativamente seguro porque não estou ouvindo nenhum tiro", disse à BBC um morador que pediu para não ter o nome divulgado. "As pessoas ainda não estão se movimentando, elas estão com medo porque não se sabe o que vai acontecer a seguir", acrescentou. "Só se vê os furgões de militares e carros de polícia para cima e para baixo. E há barricadas - todas as ruas foram bloqueadas." A Cruz Vermelha diz que seus trabalhadores começaram a tratar dos feridos na quarta-feira, e os primeiros enfermeiros puderam entrar na cidade sob a proteção das forças de segurança. Jos fica no centro da Nigéria, em uma região volátil - entre o norte, de população majoritariamente muçulmana, e o sul, onde a maioria é cristã ou segue religiões tradicionais locais. Segundo correspondentes, tais confrontos na Nigéria costumam ser atribuídos a sectarismo. Mas pobreza e acesso a recursos como terra com frequência estão na raíz da violência.

domingo, 17 de janeiro de 2010

"Cristãos" acham Sexo antes do casamento de Deus!!??

A pergunta abaixo foi feita ao  Pastor Leandro Barbosa pelo Twitter. Lendo-a, vi a importância deste esclarecimento nos dias atuais onde a juventude desenfreada e iludida com um mídia corrompida e mascarada. Deixam-se levar pela falsa liberdade de expressar os sentimentos, para começar a ter relações sexuais com o/a namorado/a por medo de perder a relação, ou para ficar na moda. Perdendo então a essência do que é bom, perfeito e agradável no Senhor.

A Cruz é o preço do meu perdão, 

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Tenho me deparado com alguns "cristãos" que acham que sexo antes do casamento é de Deus, haja visto que o casamento bíblico é visto como costume de época, o que você acha disso?

Desde os tempos remotos, na maioria das culturas (e até entre indígenas) a união entre um homem e uma mulher sempre foi memorada como honrosa, digna e celebrativa dentro dos conceitos de formação de uma nova família no contexto ao qual é inserida. Em algumas culturas este momento simbolizava a união de duas famílias em uma só, representando não só laços de aliança entre o casal, mas também entre os familiares. Há Também culturas onde a mulher era utilizada como moeda de troca, e valor para aliança política entre reinos. Mas indiferente da forma como é apresentada a união ou celebração, sempre se valorou como honrosa, a união do casal executada publicamente, como forma de honra para o homem e a mulher. Podemos perceber que Biblicamente ao levarmos em conta o fator “história”, percebemos que os conceitos não mudam. Os valores apresentados dentro do contexto bíblico indiferente a época, tem como primaria à valorização da honra, em um ato demonstrado ao se apresentar diante da família e amigos, professando publicamente a União do casal através de votos e alianças embasados no respeito mutuo e também aos progenitores, tendo seu fim consumado através do ato sexual. Vemos No livro de Gênesis, a união entre o primeiro casal sendo celebrada a três, tendo como distinta esta idéia de Amor, compromisso e respeito a autoridade, “e depois disso o sexo”, não como um meio, mas como um fim. Trazendo para o nosso contexto, a lição moral que podemos entender através da ética revelada nos inscritos bíblicos, é que na União de um casal, valores que são prioritários dentro deste contexto, é o amor, honra, e respeito às autoridades que compões a história dos noivos. Eu acredito que qualquer formulação que não respeitar estes princípios só resulta em sofrimento para o casal, mas indiferente o amor de Deus esta sempre a disposição de restaurar-nos de nossas falhas de percurso, desde que haja uma disposição do casal em fazer o que é certo. Em sua pergunta, o problema que vejo é que maioria destas pessoas na verdade não quer assumir compromisso de vida, então cria “doutrinas e conceitos” para desculpar a falta de ética e caráter em não querer assumir as responsabilidades, 1º consigo, e depois com a outra pessoa envolvida, (até podendo ser uma irresponsabilidade mútua) para sobre este pretexto gozar da vida destinada aos casados, mas sem ter de dar satisfação a alguém, ou ter responsabilidade com a pessoa ao qual usufrui-se sexualmente. Para mim o problema não esta somente relacionada à questão “sexo” como a maioria pensa, mas muito mais na falta de caráter, ética e honra demonstrada na atitude de se utilizar dos outros, sem ter de assumir responsabilidade. “Sei que é breve minha analise, existem ainda 1000 fatores que gostaria de analisar, coisas como a sociedade, a filosofia secular de casamento, e a influência da cultura, e também a irresponsabilidade promovida pelos meios de comunicação.” Desde já grato pela pergunta, e espero ter ajudado em algo... Meus Desejos de Bem e paz para você! Pr. Leandro Barbosa

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Treinamento Missionário no Níger - África




Preciosos amigos, é com alegria que venho comunicar que, Visto & Passagem já foram adquiridos. Já alcançamos R$ 1.300,00 [um mil e trezentos reais]. E, agora precisamos de apenas mais R$ 1.500,00 [um mil e quinhentos reais] para o sustento de três meses. Um DESAFIO e uma oportunidade de treinamento missionário, no período de Janeiro/Maio de 2010, em Níger - África, precisamos arrecadar o necessário para nossa manutenção. Veja o vídeo abaixo, e faça parte desta missão!


Vídeo: Crianças no Níger



"Certifique-se de que as coisas pelas quais você está vivendo merecem até mesmo que você morra por elas." Charles Mayers


A Cruz é o preço do meu perdão,
Haja Hope